Autoridade no Nome de Jesus

Autoridade no Nome

Há poder no Nome de Jesus Cristo. Quando apareceu a João na ilha de Patmos, Ele disse: Fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém! E tenho as chaves da morte e do inferno (Apocalipse 1.18). Aquele que tem a chave é a pessoa autorizada. Nesse versículo, Jesus nos assegura:

“Eu sou a Pessoa autorizada”

Pouco antes de subir para assentar-Se à destra do Pai, Cristo declarou: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra (Mateus 28.18b – ARA). Ele passou, imediatamente, a delegar à Igreja Seu poder na Terra: Portanto, ide (v. 19a) e prometeu: E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome (Marcos 16.17a).

Jesus nos deu essa autoridade, porque Seu Nome está acima de todo nome e é reconhecido em três regiões: no Céu, na Terra e debaixo da terra. Os anjos, os homens e os demônios têm de curvar-se diante dEle. Esse Nome pertence a nós e nos foi permitido usá-Lo.

Ele nos comissionou: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide. […] E estes sinais seguirão aos que crerem: em meu nome, expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortifera, não lhes fará dano algum, e imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão (Mateus 28.18b,19a, Marcos 16.17,18).

Talvez, algumas pessoas digam: “A cura divina foi abolida, o falar em línguas já cessou, e a Igreja não tem autoridade alguma sobre Satanás e os demônios Hoje em dia. Não se pode expulsá-los”.

Isso não é verdade. Os sinais acompanham o Nome de Jesus e os que creem nEle. Se o seu cônjuge ou um amigo acompanhá-lo a algum lugar, ele estará junto você. Então, esses direitos seguem os cristãos.

“Isso era somente para a igreja do primeiro século” as pessoas religiosas poderiam dizer

Se fosse assim, o Nome de Jesus não nos pertenceria, porque é nEle que os sinais acompanham aqueles que creem. Se não possuímos essa forma de autoridade logo, pessoa alguma nasceria de novo hoje, porque debaixo do céu não existe outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos (Atos 4.12)

Bendito seja Deus, o Nome de Jesus realmente nos pertence! Graças ao Senhor, há salvação por meio dEle.

Há, porém, mais do que a redenção nesse Nome. Essa prerrogativa ainda abrange toda a majestade e toda a glória já manifestada em qualquer tempo.

Deus elevou Jesus à posição mais alta do Universo. Cristo está sentado à destra do Pai nas alturas, muito acima de qualquer outra autoridade. O Altíssimo outorgou a Seu Filho o Nome mais sublime, conferindo-Lhe honra, glória e poder.

Cristo, com Seu Corpo ressurreto, está à destra do Pai.

O Nome de Jesus tem, portanto, o poder, a dignidade e toda glória que o Mestre possui e O representa. A mais alta magnificência está nesse Nome, que nos foi doado com a salvação.

A Igreja tem sido rica desde seu início. Mesmo assim, pensando demonstrar humildade, muitos ficam sentados, cantando: “Peregrino por aqui como mendigo passando calor e frio” ou: “É só fazer para mim uma cabana em um cantinho lá na glória”. Isso não é ser humilde, mas ignorante. Temos uma rica herança no Nome de Jesus.

Queira Deus que possamos ter, pelo menos, um vislumbre do significado dessa bênção. Com muita frequência, os textos bíblicos que ministramos caem em ouvidos surdos. Que o Senhor nos revele aquilo que as Sagradas Escrituras nos dizem acerca do Nome de Jesus

Kenyon conseguiu obter esse discernimento. Quero citar parte do seu texto com o subtitulo: Terra nova à vista. Lembre-se ele escreveu isso há vários anos. Hoje conseguimos aprofundar-nos mais no assunto do que se conseguia na época em que ele escreveu o seguinte.

Quem dera que nossos olhos fossem abertos e nossa alma ousasse subir para o âmbito da onipotência, onde o Nome significaria para nós tudo quanto o Pai investiu nele; que vivêssemos à altura dos nossos altos privilégios em Cristo Jesus.

Este é praticamente um planalto inexplorado na experiência cristã.

Aqui e ali, alguns de nós costumamos experimentar a autoridade investida da no nome de JESUS. Temos visto os coxos andarem, os surdos ouvirem, os cegos verem e os que estavam à beira da morte serem trazidos instantaneamente de volta à saúde e ao vigor. Até o momento, no entanto, nem um de nós conseguiu ocupar um lugar permanente em nossos privilégios e habitar onde possamos desfrutar da plenitude da força desse poder.

Smith Wigglesworth teve essa profunda experiência.

Em seu livro, Ever increasing faith [A fé que sempre aumenta]’, ele conta-nos que foi ao País de Gales para orar por um enfermo chamado Lázaro. Esse homem tinha sido um líder na congregação. Trabalhava durante o dia nas minas de estanho e pregava à noite, até que se esgotou fisicamente e ficou doente. Contraiu tuberculose e ficou seis anos incapacitado, confinado à cama.

Deus falou com Wigglesworth e mandou que ele intercedesse pela cura de Lázaro. Quando Smith entrou no quarto, o enfermo parecia um esqueleto com a pele esticada sobre os ossos. Wigglesworth esforçou-se para levá-lo a liberar sua fé e crer no Todo-Poderoso. Aquele homem, porém, sentia-se amargurado. Outras pessoas já haviam orado por ele, e, por isso, questionava-se por que ainda não tinha sido curado. Afinal de contas, dedicara sua vida ao Senhor, trabalhando de dia e pregando à noite.

Sem desanimar, Wigglesworth disse às pessoas que o hospedavam: “Seria possível arrumar sete irmãos em Cristo para orar comigo pela libertação dele?”

Assim, sete pessoas mais Wigglesworth entraram no quarto onde o doente estava à beira da morte. Os oito cristãos fizeram um circulo ao redor da cama, com as mãos dadas. Um dos irmãos pegou em uma das mãos de Lázaro e Wigglesworth segurou a outra, a fim de inclui-lo no círculo.

Então, Wigglesworth disse: “Não vamos orar, mas apenas usar o Nome de Jesus”. Em seguida, todos se ajoelharam e sussurravam aquela única palavra: “Jesus! Jesus! Jesus!”

O poder de Deus desceu entre eles e, então, subiu outra vez. Cinco vezes manifestou-se e sumiu de novo, enquanto o pequeno grupo falava aquele Nome magnifico. Mesmo assim, o doente na cama não se comoveu. Na sexta vez, o poder do Altíssimo desceu e permaneceu sobre aquele homem.

“O poder de Deus está aqui”, Wigglesworth disse a ele. “É só você aceitá-lo”.

Os lábios de Lázaro começaram a mover-se. Fez uma confissão e desabafou: “Tenho sentido amargura em meu coração e sei que entristeci o Espírito Santo. Estou incapacitado. Não posso levantar minhas mãos nem levar uma colher à minha boca”.

Wigglesworth argumentou: “Arrependa-se, e o Pai celestial irá ouvi-lo”

Ele arrependeu-se e exclamou: “O Deus! Que isso seja para Tua glória!”. Quando disse isso, o poder do Altíssimo o alcançou.

Wigglesworth contou: “Enquanto repetíamos Nome de Jesus, a cama sacudiu, e Lázaro tremeu. Eu disse às pessoas que estavam comigo: Podem descer agora para o outro andar. Esta obra é toda de Deus. Eu não preciso ajudá-lo. Fiquei sentado e observei aquele homem levantar-se e vestir-se. Cantávamos a doxologia quando ele desceu as escadas.

Recomendei-lhe contar o que havia acontecido.

Então, logo se espalhou a notícia de que Lázaro havia sido curado, e as pessoas vieram de todo o distrito em derredor para vê-lo e ouvir seu testemunho. Assim Deus levou salvação a muitas pessoas”.

Um dos líderes de certa denominação do Evangelho Pleno contou-me uma experiência pela qual passara em sua juventude. Começou a pregar com 14 anos. Quando estava com 16, realizou uma reunião da mocidade e ficou na casa do pastor, cujos filhos regulavam com a idade do jovem ministro.

O pastor foi chamado para pregar em um sepultamento em outro estado. Durante a ausência dele, às duas da madrugada, um dos membros da igreja dirigiu-se à casa pastoral, contando que uma menina de três anos estava muito doente e havia tido convulsões. A esposa do líder da igreja preparou-se para ir ao lar da enferma Para orar. Embora a mulher estivesse envolvida no ministério do marido, não tinha vocação para ministrar; por isso, pediu que o jovem ministro, um rapaz de apenas 16 anos, fosse com ela e intercedesse pelo caso.

O evangelista me contou:”A criança tinha convulsões.

Impus as mãos sobre ela e orei. Fiz tudo quanto já vira fazer e falei tudo o que ouvira alguém falar.

No entanto, nada aconteceu, e a menina continuou com o mesmo quadro.

Então, a esposa do pastor começou a cantar:

Louvado seja o Senhor! Glória a Deus! Aleluia! Jesus! Jesus! Jesus! Jesus! Jesus!’.

Estávamos de joelhos. Um por um, seguimos o exemplo dela: cantamos louvores e clamamos o Nome de Jesus. Enquanto estávamos cantando, a criança ficou quieta de repente, e as convulsões cessaram.

Paramos de cantar, ficamos conversando cerca de dez minutos, e a criança parecia passar bem. Então de súbito, ela entrou novamente em convulsões.

Novamente, oramos. Impus as mãos sobre ela, ungi-a com óleo e proferi palavras as quais já tinha ouvido.

Repreendi o diabo e ordenei saúde para a criança. Fiz todo o possível, mas parecia que não funcionava!

Depois de pouco tempo, a esposa do pastor recomeçou a cantar, repetindo várias vezes o Nome de Jesus. Ela passou ainda a glorificar o Salvador e o eterno Deus.

Um por um, fizemos o mesmo: cantamos louvores ao Nome do Senhor e O glorificamos. De repente, todas as convulsões cessaram”.

Ele continuou visitando aquele lar durante vários dias, até certificar-se da cura da menina.

Há poder nesse Nome! Era a isso que Kenyon referia quando escreveu:

Alguns de nós temos experimentado a autoridade investida no Nome de Jesus. Até agora, entretanto pessoa alguma tem conseguido estabelecer um lugar permanente nesse nosso privilégio e firmar-se onde podemos desfrutar da plenitude da força desse poder.

Kenyon declara algo que expressa as minhas convicções. Eu mesmo tenho dito exatamente estas palavras:

Temos uma convicção de que, antes de o Senhor Jesus voltar, haverá um exército poderoso de cristãos que aprenderá o segredo de viver no Nome, reinar nesta vida de maneira vitoriosa, transcendente, ressurreta, semelhante à do Filho de Deus entre os homens.

Aleluia! Kenyon continua:

Se apenas a nossa mente pudesse compreender, entenderíamos o fato de que Satanás está paralisado, despojado da sua armadura pelo Senhor Jesus, e a doença Lhe obedece. Ao som de Sua voz, todas as enfermidades logo desaparecem. Portanto, é fácil viver no âmbito da ressurreição.

MATEUS 8. 5-10

5 E, entrando Jesus em Cafarnaum, chegou junto dele um centurião, rogando-lhe

6 e dizendo: Senhor, o meu criado jaz em casa paralítico e violentamente atormentado.

7 E Jesus lhe disse: Eu irei e lhe darei saúde.

8 E o centurião, respondendo, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado sarará,

9 pois também eu sou homem sob autoridade e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: vai, e ele vai; e a outro: vem, e ele vem; e ao meu criado: faze isto, e ele o faz.

10 E maravilhou-se Jesus, ouvindo isso, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé.

O que disse o centurião romano para deixar Jesus tão admirado?

Posso parafrasear o que ele disse: “Dize somente uma palavra: assim como tenho autoridade sobre esses homens que obedecem às minhas ordens, Tu tens domínio sobre as enfermidades. Tu és o Senhor que repreendes os demônios, governas as leis da natureza e tens poder sobre todas as doenças. Tudo quanto precisas fazer é ordenar, e elas irão obedecer-Te”.

WIGGLESWORTH, S. Ever increasing faith l utrental.Springfield, MO: Gospel Publishing House

[A fé que sempre aumenta]

Jesus conquistou toda cura para a humanidade

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